Sem máscara – Cosméticos
Cosméticos fazem pare da vida de toda mulher. Maquiagens, hidratantes, sabonetes, cremes para o corpo: tudo para deixá-las mais bonitas. Os avanços da tecnologia, porém tornaram a proposta da beleza ainda mais atraente com a geração dos chamados dermocosméticos, produtos que ajudam a corrigir aquelas imperfeições, ao mesmo tempo em que tratam a pele.
A novidade fica num meio termo entre cosmético e medicamento, e trazem em suas fórmulas substâncias que antes só eram encontradas em produtos feitos por farmácias de manipulação. Atualmente alguns laboratórios e conhecidos fabricantes da indústria de cosmético disponibilizam a novidade em drogarias, tornando mais fácil o acesso ao consumidor. Já existem até linhas de maquiagens com vitaminas na composição. “Com a nanotecnologia (que tem como principio básicos a construção de estruturas e novos materiais dos átomos) pode-se ter uma penetração maior de substâncias na pele” segundo Marcelo Bellini, professor da Sociedade Brasileira de Medicina Estética para a revista Mulher da Farmais. Nesse caso, o processo acontece de dentro para fora, pois atravessa barreira inicial da pele deixando-a mais saudável e apresentando resultados mais positivos para quem usa esses produtos.
Como e quando começar a cuidar:
É verdade que você pode escolher o seu dermocosmético por conta própria na farmácia. Mas é importante lembrar que a ação desses produtos não se estende a caso de doenças de pele. Por isso, no caso de dúvida, o ideal é se consultar com um dermatologista para que ele indique o cosmético certo.
Mesmo assim, alguns cuidados básicos podem ser tomados no dia-a-dia, sem nenhuma restrição. Marcelo explica que o primeiro passo para uma pele saudável é o uso diário de filtro solar. Para quem tem dúvida de quando começar a cuidar da pele, ele explica que aos 25 anos deve-se dar uma atenção especial. “O certo e cuidar sempre, mas quando chegamos aos 25 a capacidade de renovação celular começa a diminuir. Aí é legal usar produtos com colágeno, que dá estrutura à pele e previne a flacidez e o aparecimento de rugas”, explica o médico.
De acordo com Bellini, mais de 50% da população brasileira tem a pele oleosa. Existem pessoas que acreditam que o fato de ter esse tipo de cútis exclui a necessidade de usar hidratantes, o que não é verdade. Todos precisam de hidratação, o que muda é o tipo de produto a ser utilizado. Para pele oleosa, por exemplo, o médico recomenda o uso de géis, loções oil-free , serum. “ Não adianta lavar o rosto o dia todo. A pele se sente desprotegida e produz mais óleo, o que é chamado de efeito rebote”, explica o dermatologista. O que combate a oleosidade é usar o produto certo.
Não importa se são musses, leite de limpeza, sabonetes líquidos ou barra. Procure algo específico para esse tipo de pele.
O mesmo acontece com as peles mistas na hora de limpar. Para hidratar, evite as loções cremosas, é legal usar gel-creme para dar equilíbrio. A pele seca, menos comum no povo brasileiro, já pede produtos maus densos e mais cremosos para compensar a falta de óleo. “As americanas e as européias têm a pele maus seca, o que faz com que os produtos importados tenham uma composição mais direcionada para esse tipo de pele. Comprar cremes importados muitas vezes é um mau negócio” alerta o professor.
Descubra o seu tipo de pele
Vá em frente a um espelho bem iluminado e observe:
Poros bem dilatados – pele oleosa.
Poros parcialmente dilatados, principalmente na zona T (testa, nariz e queixo)- pele mista.
Poros fechados- pele seca.
Outra maneira de saber é passando um lencinho de papel no rosto. Se ele não ficar marcado, a pele é seca. Se ele ficar marcado de oleosidade só na zona T, pele mista e, marcando o rosto todo, pele oleosa.
Fonte: Revista Farmais – Mulher

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